Trabalhar pra fora
Fator R e pró-labore: quando compensa
Como o pró-labore mexe na alíquota do Simples e por que a conta precisa ser refeita todo mês.
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Neste artigo
Em resumo
- O Fator R compara a folha de pagamento, incluindo o pró-labore, com o faturamento dos últimos 12 meses.
- Dependendo do resultado, a atividade é tributada em um anexo ou em outro do Simples.
- Como faturamento e pró-labore mudam, a conta precisa ser acompanhada todo mês.
Se você tem empresa no Simples Nacional e presta serviço intelectual, como desenvolvimento, design ou consultoria, provavelmente já ouviu falar do Fator R. Ele é a relação entre o que a empresa gasta com folha de pagamento, incluindo o pró-labore, e o que ela faturou nos últimos 12 meses. [rascunho, revisar com a KG]
Quando essa relação fica acima de um certo percentual, várias atividades passam a ser tributadas em uma faixa mais baixa do Simples. Por isso, ajustar o pró-labore pode valer a pena. Só que o pró-labore também tem os seus encargos, e o ponto de equilíbrio muda conforme o faturamento sobe ou desce.
Neste artigo, vamos explicar como o Fator R é calculado, quando aumentar o pró-labore compensa e por que essa conta não é feita uma vez só.
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Quem escreveu
[Nome] · Contador(a) · CRC-PR [nº]
Sócio(a) da Klüppel & Gasparin, em Curitiba. Atende quem mora fora, quem trabalha pra gringa e quem precisa regularizar a vida com a Receita. [revisar com a KG]